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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Silvana Mello - a artista que desenha "errado"

SILVANA MELLO - Porto Alegre, 1967 

    "Uma vez fiz um curso de desenho em uma escola, e lá me disseram que minha maneira de desenhar estava completamente errada. Eles queriam uma padronização. Continuo fazendo 'errado'". É assim que Silvana Mello, desenhista profissional há oito anos, define o seu trabalho.
    A artista afirma que não sabe bem quando começou com seus desenhos, mas que em suas primeiras lembranças de infância "já estava com canetinhas, lápis de cor e giz de cera na mão". Durante sua carreira, Silvana já trabalhou com moda, tatuagem e música. "Fui evoluindo dentro da minha arte e hoje posso escolher, faço só o que tenho vontade", declara.
     Com toda essa vontade e trabalho, Silvana se inspira em livros, fotografias de família e revistas antigas, até encontrar alguma imagem que, segundo ela, transmita o que quer dizer. "Então eu desenho ou separo e monto com outras imagens, como uma colagem e, a partir daí, desenho e pinto".
Silvana acredita que seus traços não mudaram muito com o tempo. "Só estou com um pouco mais de prática, o que torna o processo mais fácil". Além disso, diz que seus temas favoritos para o desenho são crianças, animais, natureza, aviões de guerra, instrumentos musicais e caveiras.
Eclética? Pode ser. "Não que seja de caso pensado, mas você vai encontrar muitaz vezes, no meu trabalho, esse contraste entre o calmo e o agressivo, o bonito e o defeituoso...São contrapontos, e apenas pontos de vista", explica Silvana. Sobre as caveiras, a artista afirma que as adora. "Minha primeira tatuagem, que fiz há vinte quatro anos atrás, tem cinco caveiras. Para mim, elas representam a negação da matéria, a evolução da alma, acho bonito".
Já sobre o efeito que as tecnologias podem ter sobre os traços, Silvana diz que aquela bem usada, "ou melhor, usada com bom gosto", é maravilhosa. No entanto, finaliza declarando que ser perfeccionista a irrita muito e que também não gosta de ser interrompida por campainhas ou telefones. A mensagem fica: Deixem-na criar.
   

Fonte: http://portalimprensa.uol.com.br/portal/traco/2008/04/12/imprensa18599.shtml / Imagens Google

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Audrey Kawasaki - Desenhista e Pintora

     Os temas de trabalho Audrey Kawasaki são as contradições dentro de si. Seu trabalho é ao mesmo tempo inocente e erótico. Cada tema é atraente ainda preocupante. Estilo preciso, Audrey étécnica e ao mesmo tempo influenciada por ambos os quadrinhos mangá e Art Nouveau. Suas imagens nítidas gráfico é combinado com o grão natural dos painéis de madeira pinta, trazendo um calor inesperado de assunto enigmático.
     As figuras que ela pinta são sedutoras e conter um ar de melancolia. Eles existem em seu próprio reino sensualmente esotérico, mas ao mesmo tempo apresentar um sentido de acessibilidade que atrai o observador para eles.


Agradecimento pela dica:  @PixClown

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Sylvia Ji



Sylvia Ji nascida em 1982 em São Francisco, USA, em uma família de artistas. Seu interesse por arte vem desde pequena com a influência dos pais. Algumas de suas pinturas são simbolismo de sua reflexão, retratos de pessoas que ela conheceu ou faces sem nomes em uma paisagem de uma beleza fugaz e decadente. Ela se formou com distinção na Academia de Arte da Universidade de São Francisco.  Desde então, ela esteve em alta demanda, mantendo-se continuamente envolvida em um ataque de numerosos espectáculos em todo o país. Atualmente redide no sul da California.


Créditos: dica de Jéssica Gago 

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Estudo japonês mostra que o consumo de café diminui risco de câncer de útero


Mulheres que tomam muito café têm menos chance de desenvolver câncer de útero. Estudo realizado pelo Ministério da Saúde do Japão analisou 54 mil mulheres, com idade entre 40 e 69, por 15 anos. Neste período, somente 117 mulheres do total, tiveram câncer de útero.

Os pesquisadores no Centro Nacional de Câncer do Japão dividiram as mulheres em dois grupos, conforme a quantidade ingerida de café. O grupo que tomou mais de três xícaras diariamente, tinha 60% menos de chance de desenvolver o câncer, ao contrário do que tomava café menos de 2 vezes por semana.

“O café pode baixar os níveis de insulina o que possivelmente reduz o risco de desenvolver câncer do útero”.
Fonte : www.nutrijobst.com
Créditos: Blog da Dieta